05 fevereiro 2014

Riscos da gordura abdominal

Olá Belas,



Hoje iremos falar de um assunto muito sério: os riscos da gordura abdominal. Livrar-se das 'bordinhas' na cintura não é apenas uma questão de estética mas de saúde!

Manter o corpo saudável tornou-se uma tarefa difícil na atualidade, segundo pesquisa do Ministério da Saúde, 40% dos brasileiros estão acima do peso.

A gordura abdominal é um dos fatores de risco para diversas morbidades. Existem dois tipos de gordura abdominal, a subcutânea, que se localiza a frente dos músculos abdominais, e a visceral, que se acumula entre as alças intestinais e órgãos internos como o fígado.

Ambas apresentam riscos a saúde, mas estudos comprovam que a visceral é a mais perigosa. 

ENTENDA os perigos da gordura abdominal e porque ela aumenta os riscos de doenças (como a diabetes, por exemplo):

A gordura localizada no abdôme é considerada um fator de alto risco para diversas morbidades e se encontra associada a efeitos deletérios tais como: Níveis altos de triglicerídeos, baixos níveis do bom colesterol (HDL), resistência à ação da insulina e consequente elevação dos níveis glicêmicos (Diabetes), aumento da gordura hepática, prejudicando a formação de hormônios, vitaminas e substâncias que atuam no metabolismo das gorduras, e também hipertensão arterial como consequência do aumento da viscosidade do sangue são exemplos do que esta gordura pode causar no organismo.

O acúmulo de gordura visceral é considerado um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares como o infarto do miocárdio e o AVC, porque o excesso de gorduras circulantes promovem o espessamento das artérias, com formação de placas de gordura que podem se desprender e obstruir os vasos.

COMO saber se a gordura abdominal está comprometendo sua saúde: Meça sua cintura com uma fita métrica. Para as mulheres o ideal é que não ultrapasse os 88cm, e os homens 102cm. Caso exceda, existe um risco para desenvolver os males relacionados a este tipo de gordura, e é indicado ficar alerta e buscar a redução por meio de dieta e exercícios.



Para uma análise completa, a medida do tecido adiposo visceral pode ser medida por métodos de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, porém esses métodos tem um custo elevado, A medida pela fita métrica calculada no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca (Ossinho do quadril) é um método simples e confiável.

O tratamento desta "síndrome" se inicia com mudanças no estilo de vida, visando sempre à perda de peso, a dieta deve ser hipocalórica. Com a devida orientação profissional ela libera o consumo de sementes como nozes, castanhas e amêndoas (gorduras boas), proteínas animais, carnes magras de peixe e frango, vegetais, evitando carboidratos, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Para quem já apresenta doenças oriundas deste quadro, há a necessidade de uso de medicamentos SEMPRE COM ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL.

Fonte: Runners World
Comentários
2 Comentários

2 comentários:

Bruna disse...

Pri, só faltou dar os créditos, grande parte do texto [ou todo] é da Runner's World Brasil link: http://runnersworld.abril.com.br/noticias/conheca-perigos-gordura-abdominal-340950_p.shtml

Bem Bela disse...

Muito bem observado Bruna, fonte citada.

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