Jejum intermitente e a resistência a insulina

08 outubro 2018


Se você nunca ouviu falar ou já ouviu mas não entende muito a respeito poderá ler mais sobre jejum intermitente aqui e aqui sobre como iniciar o jejum intermitente e incluir a prática na sua rotina.

O que é Resistência à insulina? é uma condição de saúde em que os níveis normais de insulina são insuficientes para uma resposta normal à insulina nos adipócitos (células de gordura), nos miócitos (células dos músculos). A resistência acontece somente em células insulino dependentes; os neurônios, por exemplo, não dependem de insulina para transportar glicose para seus citosóis.

Vamos simplificar: A resistência a insulina é um desequilíbrio entre a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas e a eficiência desta quantidade de insulina produzida. Por exemplo: em uma pessoa sem resistência, é como se uma molécula de insulina tivesse a capacidade de colocar uma molécula de glicose dentro da célula, porém, na pessoa com resistência, fosse necessário duas ou mais moléculas de insulina para realizar o mesmo trabalho. No organismo e na prática, a conta não é bem esta, mas a perda de funcionamento de insulina ocorre de forma bem semelhante quando esta resistência aparece.
E o que o jejum intermitente tem haver com isso?


O JEJUM INTERMITENTE é uma das formas mais eficazes de aumentar a sensibilidade à insulina.


Mesmo que você não seja tecnicamente resistente à insulina pelos padrões de laboratório , você pode ter os sintomas, como o ganho de gordura na região abdominal, fadiga, desequilíbrio hormonal, desejos de açúcar por exemplo.



Altos níveis de insulina significam que suas células não estão recebendo a glicose de que precisam (então a energia é baixa). E o excesso de insulina é transformado em gordura, especialmente na região abdominal. A resistência à insulina também provoca níveis elevados de glicose no sangue e pressão alta, ou seja, síndrome metabólica, além de também causar irregularidades menstruais.
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Ultimamente, a resistência a insulina não é incomum entre muitos pacientes que buscam atendimento tanto na rede pública, quanto privada. Alguns profissionais recomendam medidas iniciais para superar esta questão e recuperar a sensibilidade a insulina de forma natural sem iniciar com medicação.


Geralmente este tratamento inclui uma alimentação livre de alimentos industrializados e o corte imediato dos farináceos (farinha de trigo branca e integral e derivados como pães, bolos  e massas) e grãos (milho, aveia, feijões etc) e do açúcar de qualquer tipo, incluindo a maioria das frutas. Isto te lembra dieta lowcarb?

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Outra estratégia é incorporar à alimentação temperos naturais, chás, especiarias, vinagre balsâmico ou de maçã a cada refeição, treinando seu paladar para novos sabores e fugindo de temperos com aditivos químicos e industrializados como os caldos em tabletes e temperos a base de glutamato monossódico.

Outra estratégia que percebi recentemente e que vem sendo bem aceita por alguns profissionais da saúde é o início imediato do jejum intermitente começando por curtos períodos e aumentando aos poucos mas de forma que o organismo se adapte e se sinta confortável.

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Eu tenho um vasto histórico familiar de diabetes tipo 2 na minha família por parte de pai e mães e, mesmo que eu não seja tecnicamente resistente à insulina por padrões médicos e bioquímicos, eu observo em mim e já vi em conhecidos uma resposta muito boa a esse plano acima citado.

*O objetivo desta publicação e divulgar informações e não substituir recomendações e receitas médicas. Caso tenha algum tipo de diagnóstico converse com seu médico e siga o tratamento indicado.

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